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PegueiPraMim
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Blog Fechado! Mudança de casa...de cara...de nome...
Mas antes:
Sem pistas que não sejam um coração pulsante
Você volta, mas não volta. Você pensa que voltou. Ninguém é mais o mesmo. Essas não são as mesmas pessoas que você deixou aqui. Essas não são as ruas por onde você caminhava. Todos parecem ainda estar lá, mas não estão. Não se pode voltar atrás. Não se pode seguir de volta os passos dados. Os pássaros comeram a trilha de pão. Você tem que lembrar de não entrar na casa de doces. Mas ela é tão bonita...
Você ouve os sons a sua volta, mas as pessoas caminham por trilhas parelelas que nunca se cruzam. Você não dorme mais, mas não tem certeza de estar acordado. A cidade está deserta. A cidade é um deserto até onde a vista não alcança. Fantasmas parecem te ouvir, mas só parecem. Você pensa em voltar para casa, mas não lembra onde fica. Você pensa na casa de doces, mas não lembra se ela existiu ou você só sonhou.
Você senta esperando a morte à beira do caminho. Um dia e nada acontece. Dois e nada acontece. Três e nada.
Você não sente fome. (...) Você não sente sede.
Então tudo faz sentido. O mundo volta a se mover. Você está morto como sempre esteve. Mas agora Você sabe.
(por Kali)
Mas onde isso te deixa??????
Escrito por Lulu às 12h00
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Para minha manhe
sem acento :((

Escrito por Lulu às 13h47
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O Profeta!
"o mestre eh quem sabe...eu só escuto e sinto..."

(frase e foto: por Renan Rosa)
Escrito por Lulu às 23h22
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postado por Tiago, em 20 de fevereiro de 2003, no blog já extinto "Humano Planetário".
A verdadeira dívida externa

"Eu, Guaicaipuro Cautémoc, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, vim aqui encontrar os que nos encontraram há apenas 500 anos. O irmão europeu advogado me explica que aqui, toda dívida deve ser paga, ainda que para isso se tenha que vender seres humanos ou países inteiros. Pois bem! Eu também tenho dividas a cobrar. Consta no arquivo das índias ocidentais que entre os anos de 1503 e 1660, chegaram à Europa 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata vindos da minha terra!...Teria sido um saque? Não acredito. Seria pensar que os irmãos cristãos faltaram a seu sétimo mandamento. Genocídio?...Não. Eu jamais pensaria que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue de seu irmão. Espoliação?...Seria o mesmo que dizer que o capitalismo deslanchou graças à inundação da Europa pelos metais preciosos arrancados de minha terra! Vamos considerar que esse ouro e que essa prata foram o primeiro de muito empréstimos amigáveis que fizemos à Europa. Achar que não foi isso, seria presumir a existência de crimes de guerra, o que me daria o direito de exigir a devolução dos metais e a cobrar indenização por danos e perdas. Prefiro crer que nós, índios, fizemos um empréstimo a vocês, europeus. Ao comemorar o quinto centenário desse empréstimo, nos perguntamos se vocês usaram racional e responsavelmente os fundos que lhes adiantamos. Lamentamos dizer que não. Vocês dilapidaram esse dinheiro em armadas invencíveis, terceiros reichs e outras formas de extermínio mútuo. E acabaram ocupados pelas tropas da OTAN. Vocês foram incapazes de acabar com o capital e deixar de depender das matérias primas e da energia barata que arrancam do terceiro mundo. Esse quadro deplorável corrobora a afirmação de Milton Friedmann, segundo o qual uma economia não pode depender de subsídios. Por isso, meus senhores da Europa, eu, Guaicaipuro Cautémoc, me sinto obrigado a cobrar o empréstimo que tão generosamente lhes concedemos há 500 anos. E os juros. É para seu próprio bem. Não, não vamos cobrar de vocês as taxas de 20 a 30 por cento de juros que vocês impõe ao terceiro mundo. Queremos apenas a devolução dos metais preciosos, mais 10 por cento sobre 500 anos. Lamento dizer, mas a dívida européia para conosco, índios, pesa mais que o planeta terra!...e vejam que calculamos isso em ouro e prata. Não consideramos o sangue derramado de nossos ancestrais! Sei que vocês não têm esse dinheiro, porque não souberam gerar riquezas com nosso generoso empréstimo. Mas há sempre uma saída: entreguem-nos a Europa inteira, como primeira prestação de sua dívida histórica."
(...e eu ganhei o blog inteirinho de presente!)
Escrito por Lulu às 19h33
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Pois é... E a culpa é de quem???

Numa cidade muito longe Muito longe daqui Que tem problemas que parecem Os problemas daqui Que tem favelas que parecem As favelas daqui
Existem homens maus Sem alma e sem coração Existem homens da lei Com determinação Mas o momento é de caos Porque a população Na brincadeira sinistra De polícia e ladrão Não sabe ao certo quem é Quem é herói ou vilão Não sabe ao certo quem vai Quem vem na contramão É...não sabe ao certo quem é Quem é herói ou vilão Não sabe ao certo quem vai Quem vem na contramão
Porque tem homem mal Que vira homem bom Porque tem homem mal Que vira homem bom Quando ele compra o remédio Quando ele banca o feijão Quando ele tira pra dar Quando ele dá proteção
Porque tem homem da lei Que vira homem mal Porque tem homem da lei Que vira homem mal Quando ele vem pra atirar Quando ele caga no pau Quando ele vem pra salvar E sai matando geral
É parceiro.. E aí é que a chapa esquenta É nessa hora que a gente vê quem é fiel Mas tanto lá como cá Ladrão que rouba ladrão Não tem acerto ou pedido Errou, errou... Errou, não tem perdão Quem fala muito é X-9 E desses a gente tem de montão Mas o X do problema Está na corrupção Um dia, o bicho pegou O coro comeu Polícia e bandido bateram de frente, E aí meu cumpadre Aí tu sabe Aí foi chapa quente, chapa quente...
Bateu de frente Um bandido e um Sub-tenente lá do batalhão Foi tiro de lá e de cá Balas perdidas no ar Até que o silêncio gritou Dois corpos no chão, que azar Feridos na mesma ambulância Uma dor de matar Mesmo mantendo a distância Não deu pra calar
Polícia e bandido trocaram farpas Farpas que pareciam balas E o bandido falou: Você levou tanto dinheiro meu Agora vem querendo me prender E eu te avisei você não se escondeu Deu no que deu E a gente tá aqui Pedindo a Deus pro corpo resistir Será que ele tá afim de ouvir? Você tem tanta basuca, Pistola, fuzil e granada Me diz pra que tu Tem tanta munição?
É que além de vocês Nós ainda enfrenta Um outro comando, outra facção Que só tem alemão sanguinário Um bando de otário Marrento, querendo mandar Por isso que eu tô bolado assim Eu também tô bolado sim É que o judiciário tá todo comprado E o legislativo tá financiado E o pobre operário Que joga seu voto no lixo Não sei se por raiva Ou só por capricho Coloca a culpa de tudo Nos homens do camburão Eles colocam a culpa de tudo Na população
{E o bandido...} E se eu morrer vem outro em meu lugar {Polícia...} E se eu morrer vão me condecorar E se eu morrer será que vão chorar? E se eu morrer será que vão lembrar? E se eu morrer... {já era} E se eu morrer E se eu morrer... {foi!} E se eu morrer
Chega de ser sub-julgado Sub-traído, sub-bandido de um sub-lugar Sub-tenente de um sub-país, Sub-infeliz, sub-infeliz.....
LaiálaiálaiálaiálaiáLaiálaiá
É isso aí Sapucahy.. Polícia ou bandido? Vai saber, né?
(Arlindo Cruz, Franco, Acyr Marques c/ participação de MarceloD2)
e eu tenho a música aqui em casa, que está super legal (mistura de rap com samba)...quam quiser é só pedir que eu mando...
Escrito por Lulu às 21h37
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 Imagem de Josh Neuman - veio daqui (e eu salvei em gif., por isso que ficou assim. Quando chegar em casa eu arrumo)
"Eu e você estamos de partida Fazemos as malas Mas não há nada para levar Fechamos as janelas Mas o vento está aqui dentro Saimos e trancamos a porta Mas sabemos que todos possuem a chave Deixamos um bilhete de despedida no portão Mas ninguém virá nos procurar
Eu e você estamos na estrada Temos uma rota, uma direção Mas não existe destino Atravessamos fronteiras Mas nada parece mudar Paramos no acostamento para dormir Mas o sonho continua quando abrimos os olhos Deixamos um bilhete quando o combustível acaba Mesmo sabendo que ninguém se importará
Eu e você nos perdemos em alguma encruzilhada Sinto sua mão se desprender Mas continuo em frente Percebo sua voz ficando distante Mas não deixo de lhe dizer o que sinto Sua existência vai sendo apagada a cada passo Mas começo a te criar na mesma proporção que você desaparece Escrevo um bilhete e o coloco em seu coração Mesmo sabendo que você não existe
Eu chego até o limite O abismo se coloca entre o horizonte e os meus passos Mas continuo em frente e caio Percebo minha voz se perdendo na imensidão Mas nada é tão alto e tão vasto quanto o silêncio Minha existência revela-se inexistente Mas você me sonha chegando em sua porta De bilhete em bilhete até segurar novamente em suas mãos E lhe dizer que está na hora de partimos."
(por Sahid)
Escrito por Lulu às 13h31
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e o palhaço criativo aprendeu a voar...

...de bicicleta!
aliás, coincidentemente, no mesmo dia que eu postei isso aqui, fui em um debate do programa "cronicamente viável" lá no "CCBB" - no centro - e o Fernando Bonassi mostrou uma visão muito interessante sobre as bicicletas... ele disse que a invenção da bicicleta foi a grande revolução na vida das mulheres!!!
naquela época - este ano comemoramos os 190 anos da invenção da bike - as mulheres eram extremamente reprimidas e vigiadas...com a invenção de tal, dizia ele:
"elas podiam fugir e ir dar no mato"
então... viva as bicicletas e a libertação das mulheres através dela!!!
(dentro de alguns dias, é só clicar no link do programa ai em cima, que vai estar disponível - em texto ou até em video - todo o conteúdo do debate que foi muitíssimo legal!!!)
ps: esqueci de dizer o nome do debate que eu assisti, pq assim fica mais fácil procurar no site: "orkut, msn e you tube: paquera e narcisismo na internet!"
Escrito por Lulu às 10h10
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Esse foi um presente do Nilson pra mim, em resposta ao post do "yin e yang" que está mais abaixo... Achei bonito e resolvi postar! E a roda girou mesmo! E mudou junto com a Lua!

ESTRELERÊ VALENTINA
Murucututu cantou... Rebentou na barriga do céu Uma estrela cristalina Reluz Forte Bela Brilha Pequenina Valente Estrela Estrela Valentina Valei-me Estrela Estrela Valentina Te via lá bebendo leite via-láctear Oh, menina nana nina A Lua canta a te ninar Sorriso guiso faísca Risca espaço a pratear Pra te revelar Valentina estrela Revê-la Estrela Valentina Coração Amor e Proteção Presentes do Pai da Criação Faça um pedido Ela atenderá A quem tender ao bem ela vem Vem murucututú a cantar Estrelerê na mata também Estrelerê, estrelerê Estrelerê Valentina Estrelerê....
Estamos com a lua no céu... A solar na terra... Pode começar a girar!!!
(by Nilson Muniz do "Papo Palavras") o link está ai, do lado direito!
Escrito por Lulu às 09h33
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